Chegamos ao Uruguai, mas acho que meu cérebro ficou no Brasil

Aeroporto Carrasco Montevideo Uruguai

Chegamos ao Uruguai. E as primeiras impressões foram muito boas! A imagem do lindo e moderno aeroporto do Uruguai tirou o feio aeroporto de Florianópolis da nossa memória :P

Demorei um pouco pra entender as moedas e suas cotações. Adoro matemática, mas não mexa no meu dinheiro! No Brasil já descobri que R$ 1,00 dava 10 pesos uruguaios. Cheguei no país com uma nota de mil e outra de quinhentos pesos uruguaios na carteira. Na hora de contratar o táxi para o hotel (eles aceitavam cartão, e dão um desconto de 30% se voltar com a mesma companhia pro aeroporto #ficadica), a atendente informou que seriam 960 pesos! Rapidamente fiz os cálculos que daria mais ou menos 96 reais. Mas será que não valia mais a pena alugar um carro, já que era algo em torno de 100 dólares por dia? Ah! São pesos x reais x dólares… 100 dólares são quase 200 reais. Fomos de táxi mesmo.

Montevidéu é muito bonita. O taxista veio explicando tudo e no final pediu por uma gorjeta. Como eu estava com as duas notas intactas, não pude dar e prometi pra mim mesmo que isso não aconteceria mais. Chegamos no Ibis e, como sempre, atendeu nossas expectativas: ótima localização e quartos sempre no mesmo padrão.

Mais tarde, na recepção, fui acertar a reserva de um show de danças típicas, que só podia ser pago em dinheiro. Eram 13 dólares por pessoa, ou seja, 26 o casal. Só sei que eu dei uma nota de MIL pra recepcionista e ela me deu 460 de troco. Cadê o resto? Eu esperava por 974, você não esperaria? Ah! São dólares x pesos. Deixa pra lá…

Já no taxi (onde você fica separado pelo motorista por um vidro!), o valor da viagem deu 83 pesos. Dei uma nota de 100 e disse pro cara que ele podia me cobrar 90 pesos! Recebi minha moeda de 10 pesos de troco e fiquei feliz por ter dado uma gorjeta de 7 pesos… até me tocar que era aproximadamente 70 centavos de real. E ainda por cima cobrei do taxista um troco de 1 real!

Que eu não sei espanhol, não é nenhuma novidade. Lembro quando estivemos na Argentina, na era pré smartphones com wi-fi, ao pedir uma empanada, apenas uma em todo o cardápio não tinha jamon em sua composição! Após uma longa conversa com a atendente, descobri que se tratava de presunto.

Hoje porém, eu já estava munido de meu moderno celular e não tinha mais medo, pois o Google me ajudaria com qualquer dúvida. Mas meu problema começou na hora de pedir login e senha da internet wi-fi no Mc Café do aeroporto. Peça para um autêntico uruguaio ler isso para você: “usuario antel e senha wifi” e descubra se você entenderia. Todos falam muito rápido por aqui.

Se eu tivesse que deixar um conselho pra você, esse conselho seria: use o filtro solar, e aprenda espanhol!

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