Programando as compras

Uma das tarefas mais difíceis quando se viaja para fazer compras de enxoval em Orlando, é programar o quê e onde comprar.

Neste caso específico, contamos com a ajuda de uma personal shopper que foi a Andrea. Brasileira, morando há algum tempo em Orlando, ela já tem todas as dicas do quê comprar com os melhores preços nos locais certos. Sem contar com a política de cupons que é largamente utilizado por lá.

Uma das coisas mais legais estão os produtos “pra quê isso?”. Itens com toda a praticidade como todo produto americano que não fazem parte do nosso cotidiano e são espetaculares. Toda mãe que se depara com estes apetrechos, pergunta: pra quê isso? Desde uma simples colher onde já possui um reservatório para a papinha e enche com um simples aperto até a lixeira que “empacota” a fralda suja do bebê, eliminando odores e tornando mais higiênico o dia a dia da mamãe compulsiva por limpeza.

Agora, o principal item de toda a lista é a balança para bagagem. Item indispensável para o bolso dos papais. Depois que essas mulheres descobrem o caminho das pedras, as compras vão acontecendo de uma maneira muito rápida e elas acabam perdendo o controle. Aí é que entra a balança. Na hora de arrumar tudo na mala, importante lembrar que o permitido para viagens aos Estados Unidos são dois volumes com até 32Kg cada um.

Pra vocês, uma foto do que foi o meu drama!

Obs.: como disse antes, o permitido são dois volumes com até 32Kg cada. Neste caso, estávamos em três pessoas (eu, minha esposa e minha filha) e podíamos levar um volume extra por pessoa em razão de viajarmos na classe executiva.

Uma outra dica bem bacana é que o aeroporto de Orlando (MCO) não dispõe do serviço de “plastificação” de bagagem, comumente conhecido como protect bag. Pra quem deseja proteger sua bagagem, uma alternativa é contratar o serviço da Wrap bag. Uma empresa de brasileiros que atende no hotel onde ficarem hospedados e com um preço em conta. Utilizei o serviço e recomendo. (Wrap bag – wrapbagorlando.com ou ligação gratuita dentro dos Estados Unidos 1-877-972-7224 Mário).

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Comentários

  1. E aí, família, como foi com a alfândega brasileira. Dê-nos dicas…
    Abraços e parabéns pela nova prole e pelas compras.
    Luiz

    • Luiz, a tensão em passar pela alfândega era enorme. Estávamos bastante apreensivos pois os volumes e a enorme caixa do carrinho e bebê conforto chamavam muita atenção. Queríamos ter passado no meio do tumulto onde, geralmente, os fiscais já estão em fiscalizações e a chance de não cair em canal vermelho é maior. Só que, devido o atraso na chegada das nossas bagagens na esteira, o tumulto já havia dissipado. Esperamos um casal com duas crianças e três carrinhos passar na nossa frente e fomos na cola deles. Não demonstramos nervosismo e fizemos de conta que aquilo tudo era muito natural. Fomos andando normalmente e o fiscal apenas nos cumprimentou e não nos intercedeu. Minha esposa, logo após sairmos da sala de desembarque desabou no choro aliviado. Aí, foi só alegria.

      Na verdade, não tem dica. Acredito que seja sorte mesmo.

      Obrigado pela saudação. A família cresce e a felicidade também.

      Grande abraço.

  2. Haha, massa, cara, obrigadão! Vou analisar também as considerações do carrinho que tu fizeste… A da linha JEEP não é tão boa?Abraço!

    • A linha da jeep é muito boa. Qualidade e durabilidade. Só que achei pesado e não tão prático quanto à outros modelos que pude experimentar. Primeiro, o carrinho não será utilizado pela vida toda. Segundo, ele deve ser fácil de transportar, fechar, abrir e as mulheres (que fisicamente não são iguais aos homens) devem conseguir, ao menos, levantar e colocar no porta malas do carro.
      Outro ponto interessante, é a compatibilidade com bebê conforto e demais acessórios. Temos que pensar no encaixe do bebê conforto, no suporte do assento para o carro, na praticidade de abrir a alça do carrinho, na facilidade de deitar ou elevar o assento, no bagageiro (que as mamães adoram e precisam ser grandes e de fácil acesso).

  3. A alfândega sempre é uma parte tensa. Estive na Argentina e estive apreensivo tb quando passei as malas pela alfândega.

  4. Quem puder evitar o aeroporto de Brasília, EVITE! Pois estão tributando praticamente todos que chegam dos EUA. Tomem muito cuidado mesmo!