Rumo ao oásis chamado Lençóis!!!

Lençóis, 17 de setembro de 2012.

O dia começou cedinho, o café no Hotel Primordial, em Monte Azul, estava gostoso! Tomamos uma vitamina com banana e outras coisas não identificada que deram um gás (no sentido de força e ânimo) para a terceira manhã seguida na estrada. Após abastecermos, fomos agraciados novamente por lindas paisagens de morros gigantes e árvores exóticas ao nosso costumeiro olhar. Pronto, passamos a divisa de MG-BA! Um rio (seco) é o que separa o dois gigante estados. Logo passando, observamos que a Bahia preserva o costume de reservar água de chuva em cisternas! Muito boa ideia, já que parece que há muito não chove por estas bandas.

Passamos por dua cidades divertidas, a primeira foi quando descobrimos que o termo “pindaíba” provavelmente provém da cidade situada no estado baiano chamada Pindaí-BA! Ha! Ha! A outra cidade foi Caitité, uma grande bagunça por conta das eleições! Musiquinhas por toda a cidade em seus carros temáticos! Aprendemos a música em pouco segundos!

No topo da grande montanha, cerca de 50 cataventos faziam parte daquele cenário. Mas depois de tudo isso, chegamos ao nosso segundo oásis – Seabra! Pois o primeiro foi encontrar Paramirim, onde almoçamos, depois de percorrer mais de 50 Km em estrada de chão (onde também descolamos o pulmão! Ha! Ha!). Em Paramirim rimos ao perguntar primeiro para uma jovem estudante, depois para uma turista (sim, TURISTA!) e por último a um velhinho que não nos ouvia direito onde poderíamos almoçar! A primeira disse “na rua ali” – tudo bem que a cidade era pequena, mas na rua ali??? A segunda respondeu que achava que não poderíamos almoçar pois não haveria qualquer restaurante, mas que ela também não conhecia a cidade. Estávamos quase entrando em um dos 25 mercados que avistamos, pois parecia mesmo que as pessoas todas ali comiam em casa no almoço! Por fim, o velhinho nos disse que “na rua que sobe” havia dois restaurantes um em frente ao outro. Como ainda tínhamos dúvidas sobre “a rua que sobe” decidimos rodar um pouco mais na cidade e enfim encontramos o restaurante, que tinha boa comida e uma promoção: adivinhe o peso do seu prato e a comida você não paga! Eu falei 0,388g, mas deu 0,390g! A mulher disse assim “se você tivesse falado 0,385g eu te dava, por que esta balança é de 5 em 5 gramas!” Juro que tentei argumentar que de 388 para 390 era mais próximo que 385, mas desisti e paguei mesmo! O João errou feio! He! He! Depois da boa parada, seguimos o rumo na pressa do João, pois por mim ficaria mais uma meia hora no restaurante para descasar do carro. Mas OK, já estávamos perto de nosso destino final: Lençóis.

A placa que sonhávamos encontrar era a que indicasse Seabra, a última cidade antes de Lençóis! Enfim ela chegou e ainda acompanhada de Lençóis e seus mais de 70 Km! Uhuuuuulllll! Ô alegria!

Depois de Seabra a vista já era de tirar o fôlego! Ambos com suas câmeras na mão tirando o máximo de fotos boas que conseguiam. Incrível! Lindo! Como podia ser tão grande!? Estonteante! Depois de curtirmos loucamente esta última hora de viagem chegamos à charmosa Lençóis com seus casarões centenários e ruas de pedra! Linda!
Claro que o jantar veio com uma comemoração com caipirinhas e tapiocas salgada doces! Ô beleza! O alto de Lençóis neste dia foi a belezinha de nosso apartamento no Pouso da Trilha Hospedaria! Um quartinho com 2 níveis de piso, bastante prateleiras, janela em metade do perímetro de paredes, 4 cortininhas de tecido cru e 1 banheirinho com a pia encaixada num grande arenito da chapada! O João julgou que era uma área de churrasqueira por ser grandinho! E o caminho para chegar até o apartamento é por uma trilhazinha entre árvores e gramadinho nos fundos da casa! Amamos!

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